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Entrevista – Flávio Bolsonaro – parte 2

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O Jornal Almar tem como objetivo levar o conhecimento da Realidade (que, por incrível que possa parecer, tanto não pode ser percebido pelos sentidos, quanto é ignorado por todas as instituições humanas) mas de forma leve, agradável, mesmo divertida. Através de textos atuais, personagens fictícios, discussão do que acontece no mundo das pessoas e todas as formas que forem possíveis e necessárias para levar a Realidade aos seres humanos, porque não podem mais continuar ignorantes dela.

O Deputado Estadual Flávio Bolsonaro concedeu uma entrevista à Revista Almar em 2011, no auge da grave dos bombeiros, momento bastante tenso do governo do Estado. Como a publicação não possuía versão online, não foi publicada na internet. Pode-se considerar, portanto, uma inédita e exclusiva entrevista.

 

-Parte 2-

 

Esse assunto dos bombeiros no Rio de Janeiro explodindo do jeito que está não apagou um pouco o que estava sendo feito antes com relação a cartilha, ao chamado Kit Gay?

Pra falar a verdade, a imprensa se voltou para um outro fato grave também. Com relação a distribuição desses Kits Gays às crianças nas escolas públicas do país inteiro, eu acho que a própria presidente Dilma, até com sabedoria, mandou recolher esse material. Agora, nós temos que estar atentos porque há a possibilidade de eles voltarem com essa tentativa de influenciar a orientação sexual das crianças do Brasil inteiro. Essa não é uma questão de Estado, não é uma questão de Governo, há várias outras formas da gente combater a discriminação que não seja estimulando a pessoa a ser homossexual. Não tem nada a ver, é a opção de cada um. Muitos já nascem assim, no meu ponto de vista, agora, a gente não pode estar discutindo isso na educação, enquanto faltam professores de português, professores de matemática, enquanto esses professores são pessimamente remunerados. Então, tem coisas muito mais prioritárias para estarmos discutindo do que você querer uma bandeira politicamente correta, influenciar as crianças do nosso país a serem homossexuais e desprezando completamente o conceito de família, que eu acho que é isso sim a diretriz desses livros didáticos e desses kit que o Ministério da Educação queria distribuir nas escolas.

 

E obre o livro didático que permite erros de português ser completamente liberado?

É a banalização da língua portuguesa! Eu não sei que presidente é esse que autoriza você distribuir ou colocar como opção de livro didático aqueles que induzem ou falam que o certo é você falar errado. Será que essas crianças ao serem, ao aprenderem por intermédio desses livros, quando fizerem um concurso público, quando fizerem  um vestibular, na correção da redação deles, esses erros vão ser deixados de lado? Claro que não. É para se prezar buscar sempre, na linguagem escrita, a linguagem culta. O nosso norte tem que ser esse. Você não pode falar pra criança que “nós pescar” está certo, está errado! Então, o próprio MEC está reconhecendo isso, e entende que não é por aí o caminho. Esse livro foi criticado mais uma vez por vários parlamentares de diversos partidos diferentes, diversas associações e entidades ligadas ao estudo e culto a língua portuguesa se manifestaram contra esse livro, então, tanto a questão dos bombeiros, quanto a questão desse livro didático você percebe que há algo suprapartidário que une diferentes frentes parlamentares buscando sempre o interesse comum.

 

Quem é que está defendendo esse livro, por que isso vai para as salas de aula?

Há várias teorias da conspiração. Desde quem são os fabricantes desses livros, que estão lucrando muito com isso, àquela corrente que acha que em função de havermos tido um presidente semi analfabeto, você estar querendo fazer um tipo de média com o presidente em função disso. Porque o presidente era conhecido por falar errado, o presidente reconhecido por ter essa qualidade de falar o que pensa, sem pensar. Eu penso que isso não é uma qualidade de um presidente. Em várias vezes ele falava errado e se orgulhava em falar que não estudou, mas que chegou a presidência da república. É como se isso servisse de exemplo, a mensagem que passa para a criançada é a seguinte: “vocês não precisam estudar, que vocês vão chegar longe”. E a gente sabe que o normal não é isso. Esse tipo de mensagem que o presidente Lula gostava de mostrar é que tentou-se trazer também nesse livro com a didática equivocada. Então é um núcleo muito ligado ainda ao antigo presidente que podia estar se aproveitando desses livros didáticos para dar mais uma vez esse tipo de mensagem. “Não é preciso você ser inteligente, não é preciso você estudar para chegar tão longe ou ter sucesso na sua carreira profissional”. Eu acho que essa questão do livro já está superada porque é notório que não é o caminho correto.

 

O senhor é acusado de fascismo, de racismo…

De homofobia…

 

Homofobia, bullying não, não é?

Devo ser também, devo ser também…

Quando faltam argumentos as pessoas querem desqualificar aquele que está incomodando, cuja posição está incomodando. Então eu falo com toda tranquilidade, eu sou contra cotas raciais, eu acho que dividir a sociedade em raças é o cúmulo do absurdo, o auge da discriminação. Agora, o Estado do Rio de Janeiro, por decreto, está instituindo cotas raciais para índios nos concursos públicos. Então, as pessoas que estão num curso preparatório vão olhar para o lado e vão saber que a pessoa que tem a pele negra já está na frente dele. Isso é justo? Com isso você combate a discriminação ou você acirra a discriminação? Por outro lado, eu defender a família, eu ser contra a idolatria do homossexualismo, eu sou homofóbico? Não!  Eu estou refletindo um pensamento da maioria esmagadora da sociedade brasileira. Eu não prego aqui é a violência, quem é a pessoa que vai defender que você vai quebrar uma lâmpada fluorescente na cara de uma pessoa na rua porque ela é homossexual, ela é correta? Claro que isso é errado, tem que ser preso, tem que ser punido, tem que responder dentro da lei. Mas por outro lado a gente não pode querer enfiar goela abaixo da população brasileira que a pessoa ser homossexual é o normal, e aqui não é no sentido pejorativo de uma aberração, porque o normal é ser heterossexual, a exceção é você ser homossexual. Vamos conviver em respeito, mas não vamos querer fazer da homossexualidade de alguém uma idolatria, algo que é legal, que todas as famílias têm de se orgulhar disso, não! Eu acho que ninguém deve se orgulhar de ser homossexual, nem de ser heterossexual. As pessoas tem que se orgulhar por ser um bom filho, um bom pai, um bom profissional… E é isso que a gente defende. Então se tivesse havido esse verdadeiro freio nessa tsunami cor-de-rosa, onde nós estaríamos hoje? Porque nesse projeto da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, com esse viés voltado para o público LGBT, havia cotas para professores negros, estágio remunerado para professores LGBT, bolsa família gay, mst gay, o que é isso?! Política de reforma agrária para LGBT, quer dizer, eles estavam completamente perdidos, completamente equivocados, eu acho que essa discussão foi importante para gente botar os pingos nos is e a sociedade tomar conhecimento dessas decisões lamentáveis que estavam sendo tomadas no âmbito da união.

 

Recentemente, na capa da revista Bravo dizia-se de Monteiro Lobato ser racista e o senhor me disse que lia Monteiro Lobato.

Qual criança, que no colégio, não lia Monteiro Lobato? Você tira de um contexto que aquilo acontecia e traz para hoje em dia e condena o Monteiro Lobato como racista. Naquela época era até normal, mas a sociedade foi evoluindo. É importante que as crianças, hoje, vejam aquilo e entendam o que é certo e o que é errado. A obra de Monteiro Lobato é um clássico. Igual você querer tirar do contexto da guerra fria o regime militar no Brasil, a ditadura é um absurdo, mas naquele momento, se os militares não chegam ao poder, apoiados pela população e boa parte da imprensa, nós teríamos naquela época uma ditadura de esquerda, uma ditadura comunista. Tanto é assim que até hoje nós vemos que um dos maiores incentivadores desses grupos comunistas aqui no Brasil foi Fidel Castro, e até hoje Cuba é uma ditadura, a China está saindo agora da ditadura, então, a gente não pode tirar as coisas do contexto, trazer pra cá e analisar friamente, que a gente vai cometer equívocos.

 

O senhor quer ser presidente?

Olha, eu estou aqui exercendo o cargo de deputado estadual, eu penso no agora, eu quero estar fazendo o meu trabalho com muita dedicação, atendendo às expectativas de todos, e o futuro à Deus pertence.

 

 


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